Relatórios Econômicos

Março – 2018

Março – 2018

No mês de março, os indicadores divulgados demonstraram relevante melhora nas perspectivas da economia brasileira. Os índices de confiança do comércio, indústria e empresarial subiram com consistência, confirmando a recuperação da economia pelo sétimo mês consecutivo.

Em relação a política monetária, o Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu a taxa básica de juros, Selic, em 0,25 %, para 6.50% ao ano, nova mínima histórica desde a adoção do regime de metas para inflação em 1999. Em comunicado, observou que a inflação se comportou de “forma mais benigna que o esperado” e que novo corte se justifica porque “mitiga o risco de postergação da convergência da inflação rumo às metas”. Já a previsão do IPCA em 2018 está estimada pelo Boletim  Focus em 3.54%.  As projeções para o crescimento do PIB diminuíram de 2,89% para 2.84% neste ano e em 2019 se manteve no patamar de 3.00%.

Nos Estados Unidos, os diretores do Federal Reserve reunidos pela primeira vez sob o comando do presidente Jerome Powell, elevaram a meta da taxa básica de juros do país em 0,25 ponto percentual e projetam uma trajetória mais acentuada de altas em 2019 e 2020, citando uma melhora nas perspectivas econômicas. Durante o mês de março o presidente Donald Trump divulgou uma lista de 1,3 mil produtos chineses que devem ser tarifados pelo governo americano. No comunicado, a administração de Donald Trump propõe um imposto adicional de 25% sobre US$ 50 bilhões em produtos importados da China.

Na Ásia, a China cumpriu a ameaça e anunciou novas tarifas sobre 128 produtos dos Estados Unidos, ampliando a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo. A economia da China expandiu-se a um ritmo mais rápido do que o esperado nos primeiros dois meses de 2018, sugerindo que o país está em marcha acelerada, apesar dos esforços do governo para controlar os riscos financeiros. A produção industrial de valor agregado da China, um indicador aproximado do crescimento econômico, cresceu 7,2% em janeiro e fevereiro em relação ao mesmo período do ano anterior. A China estabeleceu a meta de crescimento de seu PIB em torno de 6,5% para este ano. As exportações e importações da China aceleraram em fevereiro, à medida que a demanda externa por bens da segunda maior economia do mundo manteve-se robusta e indicando um forte início para a demanda global.

O Banco Central do Japão decidiu nesta manter a flexibilização monetária agressiva e não ofereceu novas pistas sobre quando e como poderia se juntar a outros grandes bancos centrais para normalizar a política monetária enquanto Haruhiko Kuroda se dirige para um segundo mandato de cinco anos como presidente da instituição. O banco central do Japão manteve a política monetária e fez um avaliação mais positiva sobre as expectativas de inflação do que há três meses, sinalizando sua convicção de que o fortalecimento da recuperação irá gradualmente elevar os preços para sua meta de 2%.

Na zona do euro, o presidente do Banco Central Europeu (BCE) anunciou que a economia da zona do euro continuará dependente do crédito barato e que estão utilizando a prorrogação até setembro de 2018 de seu programa de compra de ativos embora com um volume menor, para afastar qualquer expectativa de aumento nos custos dos empréstimos. O banco central da Inglaterra manteve a taxa de juros básica inalterada em 0.50%.

 

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